
Ella era semper cismática.
Una valsa no Castelo et ella virou sanguis d’alma.

Ella era semper cismática.
Una valsa no Castelo et ella virou sanguis d’alma.
Pra o Silêncio dos Universos ET sum Força Motriz.
Para os sonhos di l’Humanitá

Sou una rosa nera in Oratio, Preghiera.

Alegre Mantra di Ganesha capaz de nos transportar para além di 1970.
É lindo, progressivo e forte.
Quando escuto, sinto vontade de dançar e expulsar todos os meus fantasminhas.
Minhas sombras se acalmam et minha luz desperta o potencial da Prosperidade.


Somos como o Universo cantante dentro da minha alma.
O Céu, tenhamos certeza, viaja conosco na velocidade da luz onde a Força Magnânima de Deus está ..
.. Éter ou não, Ele é uma Sublime Perfeição sempre em movimento Alquímico e mais! Em nós! Saibamos ou não!
Quanto você pagaria para ir até a lua? Não pagaria absolutamente nada porque, basta uma meditação ou forte mentalização com outras dimensões ou rever a lua em nossos arquétipos, que já estamos lá.
Ana Monsalban

Sappho, spelled (in the dialect spoken by the poet) Psappho, (born c. 610, Lesbos, Greece — died c. 570 BCE). A lyric poet greatly admired in all ages for the beauty of her writing style.
Her language contains elements from Aeolic vernacular and poetic tradition, with traces of epic vocabulary familiar to readers of Homer. She has the ability to judge critically her own ecstasies and grief, and her emotions lose nothing of their force by being recollected in tranquillity.

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