• A CAPELA

    O bosque soava seus sinos na medieval capelinha antiga que ficava entre faias e carvalhos gigantes.

  • ANJOS E SANTOS

    Cielo abençoa a Humanidade com seus Anjos. As Trombetas ainda soam a Idade Média mas soam galopes dos seus Centauros Sagrados.

  • PAÚRA

    Ela, loura e pele pastel, era a única que encantava nuvens na aldeia. Eu, enquanto isso, ficava no bosque com meu lenço vermelho rezando prum anjo qualquer esperando nossas lambidas carne à carne.

  • AOS SANTOS ET ANJOS

    Era com ela isso. E nós lambíamos cada raio do Poente Sagrado e nossas bocas se fechavam uma na outra em preces.

  • BOSQUE MILAGROSO

    Era dia de estrelas, os carvalhos e faias, ventavam até suas raízes sussurrarem no Milagroso Bosque.

  • DO ALTO DA TORRE

    Quando Sanctos querem me ver curada dos anos de hoje.

    Vou voar ao alto da torre e rezar para o miráculo acontecer.

    Muito bonito Mantra.

  • O ESPÍRITO DA LUA

    O que eu faria diante da revelação dos anjos?Bem, eu dançaria no escuro bosque diante de uma fogueira e me chamaria de Bruxa.

  • ANIMAIS CURAM

    Qual é a parte boa de ter um animal de estimação?

    Acho que a pergunta deveria ser: por que ter um animal de estimação?

    Mas vamos a sua WordPress, com gentileza.

    A parte boa de ter um animal de estimação é o dom de cura que ele carrega nato à sua personalidade.

    Um animal de estimação, seja gato, cachorro, hamster, furão, etc. Nos cura da pior doença em nós mesmos, a mania de muitos, amar somente a si mesmo.

    Um animal de estimação mexe no coração diretamente projetando o frio de dentro pra fora e fazendo com que o coração sinta o mormaço do sol.

    Um animal de estimação é o mesmo que um Rubi, no alto do Universo e o rubi, é a pedra da cura.

    Ana Monsalban

  • REFLETIR

    Qual item pessoal mais caro que você já comprou (tirando carro ou casa)?

    Minha poltrona onde me sento para meditar, descansar e resolver metas.

    Ana Monsalban

Sappho, spelled (in the dialect spoken by the poet) Psappho, (born c. 610, Lesbos, Greece — died c. 570 BCE). A lyric poet greatly admired in all ages for the beauty of her writing style.

Her language contains elements from Aeolic vernacular and poetic tradition, with traces of epic vocabulary familiar to readers of Homer. She has the ability to judge critically her own ecstasies and grief, and her emotions lose nothing of their force by being recollected in tranquillity.

Marble statue of Sappho on side profile.

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