• OS ANJOS DA TERRA VERMELHA

    Minha terra vermelha tinha anjos que desciam pelo céu; só os centauros viam; eu e Luisiane, escondidas na capelinha velha.

  • OS CORVOS

    Os corvos da minha terra eram sagrados com suas auréolas brancas em suas cabeças negras, voavam de galho em galho.

  • TERRA VERMELHA

    Na montanha do sol eu via as nuvens se transformarem nos anjos do apocalipse da minha terra vermelha.

  • NOVA ROTINA

    Se não precisasse dormir, o que você faria nesse tempo livre?

    Escreveria, criaria uma rotina de esportes e entraria em orações e tentaria fazer um curso de astronomia.

    Ana Monsalban

  • CREPÚSCULO

    Parece que o crepúsculo passa devagar como os corvos nos meus cabelos pretos quando os centauros negros pulam as montanhas para fazer seus milagres e feitiços.

  • OS PECADOS

    No meu interior vermelho brilha ela que no Poente corre as montanhas ensolaradas com seus cabelos profanados de pecados por mim.

  • A FADA

    Uma fada eu e Luisiane vimos passar dentro da igrejinha.

    Era uma alma do suplício, vestia preto e um corvo no ombro.

Sappho, spelled (in the dialect spoken by the poet) Psappho, (born c. 610, Lesbos, Greece — died c. 570 BCE). A lyric poet greatly admired in all ages for the beauty of her writing style.

Her language contains elements from Aeolic vernacular and poetic tradition, with traces of epic vocabulary familiar to readers of Homer. She has the ability to judge critically her own ecstasies and grief, and her emotions lose nothing of their force by being recollected in tranquillity.

Marble statue of Sappho on side profile.

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